Olá a todos aqueles que têm por hábito visitar o Blog.
Quero desde já informar que possuo três novos blogs que actualizo com frequência:
historia7carregosa.blogspot.com
historia8carregosa.blogspot.com
historia9carregosa.blogspot.com
Cada ano tem o seu blog e com um maior número de actividades. Visitem-nos e utilizem-nos, pois foi para isso que foram criados.
Obrigado a todos.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Reconquista Cristã

Por volta do ano 711 toda a Península Ibérica foi invadida muçulmanos, obrigando os visigodos a recolher-se principalmente nas Astúrias, uma região no Norte da Península, que, pelas suas características naturais, colocava grandes dificuldades ao domínio muçulmano.A Reconquista (também referenciada como Conquista cristã) é a designação historiográfica para o movimento cristão com início no século VIII que visava à recuperação dos Visigodos cristãos das terras perdidas para os árabes \a invasão da Península Ibérica.Os muçulmanos não conseguiram ocupar a região montanhosa das Astúrias, onde resistiram muitos refugiados; aí surgiria Pelágio (ou Pelaio) que se pôs à frente dos refugiados, iniciando imediatamente um movimento para reconquistar o território perdido.A reconquista de todo o território peninsular vai durar cerca de oito séculos, só ficando concluída em 1492 com a reconquista do reino muçulmano de Granada pelos Reis Católicos. Em Portugal, a reconquista terminou com a conquista definitiva de Silves pelas forças de D. Afonso III, em 1253.Afonso VI, rei de Leão, de Castela e de Galiza, aproveitando as lutas entre os principados muçulmanos após a desagregação do califado de Córdova (1031), prosseguiu a guerra contra os infiéis e conquistou Toledo, onde fixou a capital. Acudindo aos apelos de Afonso VI, entre os cavaleiros de além-Pirenéus, vem Raimundo, filho do conde de Borgonha, que casaria com D. Urraca, filha do rei de Leão e recebe deste (1093) o governo de toda a Galiza até ao Tejo. No ano seguinte chega à Península D. Henrique, irmão do Duque de Borgonha e primo de Raimundo, que recebe a mão de D. Teresa, filha ilegítima de Afonso VI e recebe, depois, o governo da província portucalense que fazia parte do Reino da Galiza - terra que seu filho Afonso Henriques (revoltando-se contra ela e o seu padastro Fernão Peres de Trava) alargou e tornou em reino independente. Assim, a formação do reino de Portugal foi uma frutuosa consequência das cruzadas do Ocidente. O reino da Galiza passou a ser unicamente aquele ao norte do rio Minho, ficando, com o tempo, mais dependente do poder do Reino de Castela — limitada por Leão a Este e por Portugal a Sul, a Galiza assumia assim a sua fronteira e Portugal seria o único a constituir um estado independente do poder castelhano. Depois de D. Afonso VI de Leão, o último grande reconquistador espanhol até aos reis católicos, a reconquista contra os Almóadas foi prosseguida pelos reis de Portugal, Castela, Aragão e pelos condes de Barcelona.Portugal na ReconquistaD. Afonso Henriques, filho do conde de Portucale, iria revoltar-se contra as tropas apoiantes de sua mãe, conquistando a Independência de Portugal e iniciando a reconquista portuguesa autonomamente. Do Castelo de Guimarães parte o esforço da reconquista.
terça-feira, 19 de maio de 2009
A nobreza tinha sobretudo funções guerreiras. Participou com os seus exércitos na Reconquista, ao lado do rei, recebendo em troca rendas e terras.
O senhorio era pois a propriedade de um nobre na qual viviam camponeses livres e servos. As terras do senhorio estavam divididas em duas partes: a reserva, explorada directamente pelo senhor e onde trabalhavam os servos e criados; e os mansos, parcelas arrendadas a camponeses livres em troca de rendas pagas ao senhor.
O senhor tinha grandes poderes sobre quem vivia no senhorio: cobrar impostos, fazer justiça, ter um exército privado...
Quando não estava em guerra, o senhor nobre ocupava-se a dirigir o senhorio e a praticar exercícios físicos e militares.
Organizava festas e convívios onde, para além do banquete, se tocava, cantava e dançava. Estas festas eram animadas por trovadores e jograis. Jogava-se xadrez, cartas e dados.
A VIDA QUOTIDIANA DO CLERO
Tal como a nobreza, o clero era um grupo social privilegiado. Tinha a função de prestar assistência religiosa às populações.
Tinha grandes propriedades que lhe haviam sido doadas pelo rei ou por particulares e não pagava impostos. Tal como a nobreza, exercia a justiça e cobrava impostos a quem vivia nas suas terras.
O clero dividia-se em dois grupos: o clero regular (todos os que viviam numa ordem religiosa, num mosteiro) e o clero secular (bispos e padres).
No mosteiro, para além de cumprirem as regras impostas pela Ordem a que pertenciam, os monges dedicavam-se ao ensino, à cópia e feitura de livros, à assistência a doentes e peregrinos.
Em algumas Ordens, os monges dedicavam-se também ao trabalho agrícola nas terras do mosteiro.
Algumas Ordens eram militares, tendo combatido contra os Mouros
Tal como a nobreza, o clero era um grupo social privilegiado. Tinha a função de prestar assistência religiosa às populações.

Tinha grandes propriedades que lhe haviam sido doadas pelo rei ou por particulares e não pagava impostos. Tal como a nobreza, exercia a justiça e cobrava impostos a quem vivia nas suas terras.
O clero dividia-se em dois grupos: o clero regular (todos os que viviam numa ordem religiosa, num mosteiro) e o clero secular (bispos e padres).
No mosteiro, para além de cumprirem as regras impostas pela Ordem a que pertenciam, os monges dedicavam-se ao ensino, à cópia e feitura de livros, à assistência a doentes e peregrinos.
Em algumas Ordens, os monges dedicavam-se também ao trabalho agrícola nas terras do mosteiro.
Algumas Ordens eram militares, tendo combatido contra os Mouros
A VIDA QUOTIDIANA DO CAMPONÊS 
A maioria dos camponeses vivia nos senhorios. Trabalhava muitas horas, de sol a sol, e de forma muito dura. Do que produzia, uma grande parte era entregue ao senhor, como renda. Devia ainda prestar ao senhor outros serviços, como a reparação das muralhas do castelo, e outros impostos, como os que devia pela utilização do moinho, do forno ou do lagar.
Vivia em aldeias próximo do castelo do senhor. Morava em casas pequenas, de madeira ou pedra, com chão de terra batida e telhados de colmo. Estas casas tinham apenas uma divisão.
A base da alimentação do povo era o pão e o vinho, legumes, ovos, toucinho, queijo... Peixe e carne só muito raramente, geralmente em dias de festa. O seu vestuário era simples, em tecidos grosseiros (linho, lã), fiados e tecidos em casa.

A maioria dos camponeses vivia nos senhorios. Trabalhava muitas horas, de sol a sol, e de forma muito dura. Do que produzia, uma grande parte era entregue ao senhor, como renda. Devia ainda prestar ao senhor outros serviços, como a reparação das muralhas do castelo, e outros impostos, como os que devia pela utilização do moinho, do forno ou do lagar.
Vivia em aldeias próximo do castelo do senhor. Morava em casas pequenas, de madeira ou pedra, com chão de terra batida e telhados de colmo. Estas casas tinham apenas uma divisão.
A base da alimentação do povo era o pão e o vinho, legumes, ovos, toucinho, queijo... Peixe e carne só muito raramente, geralmente em dias de festa. O seu vestuário era simples, em tecidos grosseiros (linho, lã), fiados e tecidos em casa.
domingo, 10 de maio de 2009
O Castelo

Um castelo (diminutivo de castro) é uma estrutura arquitectónica de fortificação, com funções defensiva e residencial. De tipo permanente, era geralmente erguido em posição dominante no terreno, próximo a vias de comunicação (terrestres, fluviais ou marítimas), o que facilitava o registo visual das tropas inimigas e as comunicações a grandes distâncias. O castelo compunha-se de um pátio central, onde se recolhiam os refugiados da vila, e era rodeado pelas casas da guarnição, encostadas às muralhas, donde recebiam luz através de aberturas estreitas, as seteiras ou torneiras. Na parte superior da muralha corria o adarve ou caminho da ronda, defendido por um muro ameado, cuja largura variava de um a quatro metros. O castelo, em princípio, tinha apenas duas portas: uma para a povoação (a "porta da vila"); a outra, menor, para o terreno exterior (a "porta da traição"). A população da vila concorria para a defesa das muralhas, em caso de ataque, e a guarnição prestava serviço permanente. Em tempos mais modernos a povoação cresceu para fora das muralhas passou a chamar-se castelo toda a cerca envolvente da antiga vila.A filosofia envolvida no projecto de um castelo era a de maximizar os riscos da guerra a quaisquer atacantes, minimizando-os para os defensores. Um castelo bem projectado deveria poder ser defendido eficazmente por uma pequena força, permitindo-lhe resistir por um período relativamente longo, até que os sitiantes necessitassem retirar-se por fome, doenças ou baixas, ou sendo expulsos por reforços os aliados.Entre os principais elementos defensivos compreendem-se:
Torres
Torre de menagem
Muralhas
Ameias
Valas, fossos, e pontes levadiças
Porta levadiça
Barbacã
Defensores
Capturando castelos
Formalidades do cerco
Minas
SítioBibliografiahttp://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo
As relações feudo-vassálicas
As relações feudo-vassálicas
O período das invasões criou um grande clima de insegurança, que por sua vez, levou os reis a pedir auxílio aos outros nobres. Esta situação criou em toda a Europa criações de laços de dependência.Os membros do clero e da nobreza menos poderosos punham à disposição dos grandes senhores os homens do seu exército e as armas, em troca recebiam protecção e feudos (terras, direitos ou cargos), isto fazia com que os menos poderosos de tornassem vassalos dos grandes senhores, que eram os suseranos.Mas não eram só os que possuíam menos poder que se tornavam vassalos, os grandes senhores, por sua vez, tinham de obedecer ao Rei, que era o suserano dos suseranos. Significa que desta vez, os grandes senhores eram para além de suseranos, também vassalos do Rei, pois deviam-lhe obediência, em troca de protecção e feudos, tal como o nome indica.Isto criava relações entre todos os membros constituintes da sociedade, quer como suseranos quer como vassalos.· O contrato de vassalagemEstes contratos eram feitos a partir de cerimónias religiosas, que eram constituídas por três partes diferentes:
1. Homenagem: Nesta altura, o vassalo, através de palavras e gestos, exprimia que desejava ficar sob a dependência do senhor mais poderoso, que era o suserano.
2. Juramento de fidelidade: Desta vez, com as mãos sobre a Bíblia, o vassalo jurava obediência e fidelidade ao seu futuro senhor.
3. Investidura: É caracterizado pelo momento em que o suserano dá ao vassalo um objecto, que era o feudo.O contrato feudo-vassálico unia para sempre o vassalo e o suserano.
Como já explicamos anteriormente, este laço impunha obrigações e direitos para ambas as partes:è O vassalo tinha a obrigação de ser inteiramente fiel ao seu senhor, dando-lhe conselhos quando ele precisasse, apoio económico e militar. Tinha o direito de receber feudos, que como já explicamos são direitos, cargos ou terras.è O suserano tinha a obrigação de dar protecção ao vassalo e sustentá-lo. Por outro lado tinha o direito de pedir serviços ao vassalo, quer seja apoio económico, militar ou conselhos.

Nota: A sociedade feudal era organizada por um modelo de pirâmide social, onde os que se situavam mais abaixo eram dependentes dos que se encontravam a cima, e assim sucessivamente.
Bibliografia: Livro “Viva a História!” Parte 2 do 7º Ano
Bibliografia: Livro “Viva a História!” Parte 2 do 7º Ano
segunda-feira, 9 de março de 2009
O Soldado Romano

O legionário é um soldado de uma legião. Era bem treinado e organizado. Usava basicamente um escudo retangular de 1,5 metros, uma armadura especial que podia ser produzida em vários locais e depois montada assim acelerando sua produção (primórdios da produção militar moderna), um gládio, uma pilo, sandálias de couro, um elmo e malha de ferro trançada.

Eles andavam em pequenos grupos, grupos de 10 que formavam grupos de 80 que recebiam ordens de seu centurião ( soldado responsável por comandar a centúria). A Legião no total contava com 4000 a 8000 homens, sendo que a maioria eram formadas por 4800 legionários.
O legionário romano era, normalmente, um cidadão romano com menos de 27 anos de idade. Era alistado numa legião para um tempo de serviço de 25 anos, uma mudança na prática anterior de alistamento para apenas uma campanha (batalha). Os últimos 5 anos de serviço de um legionário veterano eram prestados em serviços mais leves.
Centurião
A disciplina era a base para o sucesso do exército. Eram constantemente treinados com armas e especialmente treinados em marchas, marchas forçadas com toda a carga e em formação de guerra. Como já foi dito, a disciplina era muito importante nas legiões e quaisquer infrações eram severamente punidas pelos centuriões.
Formação de ataque entre as tácticas romanas devemos destacar a Falange e a Tartaruga.
Falange Romana
A falange é uma formação retangular de infantaria, tipicamente lanceiros. Os soldados (ou Falangistas) mantinham uma formação cerrada, com as armas das primeiras linhas (o número dependia do comprimento das lanças, entre 4 e 5 metros, chamadas sarissas) projetadas para a frente, entre os soldados da frente, de modo que diversas camadas de lanças separassem o inimigo e a primeira linha de homens da formação. Os restantes membros da formação, aqueles longe demais da primeira linha para que suas lanças alcançassem a primeira linha, mantinham-nas elevadas a uma média de 45º graus,numa posição de prontidão e anulando parcialmente um ataque de longo alcance (arqueiros). Os homens que ficavam nas últimas fileira da falange eram usados como reserva quando os soldados da frente tombavam, além de constituir uma força de "empurrão" para toda a formação, de modo que o inimigo fosse literalmente esmagado sob o avanço da massa de lanças.
Os romanos são famosos por usos de formações curiosas e eficientes, como a "formação tartaruga" onde os escudos encaixavam-se um no outro, formando um bloco maciço que impedia qualquer ataque de armas de longo alcance como flechas ou pedras de fundas.
A falange é uma formação retangular de infantaria, tipicamente lanceiros. Os soldados (ou Falangistas) mantinham uma formação cerrada, com as armas das primeiras linhas (o número dependia do comprimento das lanças, entre 4 e 5 metros, chamadas sarissas) projetadas para a frente, entre os soldados da frente, de modo que diversas camadas de lanças separassem o inimigo e a primeira linha de homens da formação. Os restantes membros da formação, aqueles longe demais da primeira linha para que suas lanças alcançassem a primeira linha, mantinham-nas elevadas a uma média de 45º graus,numa posição de prontidão e anulando parcialmente um ataque de longo alcance (arqueiros). Os homens que ficavam nas últimas fileira da falange eram usados como reserva quando os soldados da frente tombavam, além de constituir uma força de "empurrão" para toda a formação, de modo que o inimigo fosse literalmente esmagado sob o avanço da massa de lanças.
Os romanos são famosos por usos de formações curiosas e eficientes, como a "formação tartaruga" onde os escudos encaixavam-se um no outro, formando um bloco maciço que impedia qualquer ataque de armas de longo alcance como flechas ou pedras de fundas.


Armamento usado pelos legionários:
Legionário com todo o seu material em campanha
Legionário com todo o seu material em campanha


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